Entre os diversos problemas que emergem nas áreas urbanas e que podem interferir na saúde ou bem-estar da população humana, afetando a sua qualidade de vida, podemos citar aqueles decorrentes de organismos "invasores" ou domiciliados.
Segundo o dicionário Aurélio, praga é a abundância de coisas nocivas ou desagradáveis, ou seja, tudo o que é vivo e nos incomoda. Dentre esses elementos citamos os pombos, ratos, baratas, cupins, abelhas, formigas, moscas e mosquitos, carrapatos e pulgas que estariam entre os principais grupos, cuja capacidade de infestação ou proliferação nos traz desconforto, provoca doenças e causa prejuízos ao nosso patrimônio, atingindo fatores de grande importância para a saúde pública, pois estão relacionados a diversas patologias.

 Essas “pragas” são comumente denominadas animais sinantrópicos devido sua proximidade com o homem, junto às concentrações humanas, como nos centros urbanos, onde se adaptam, sobrevivem e proliferam ambientes não similares ao seu de origem, devido às condições primordiais para o seu estabelecimento: fartura de alimento e abrigo, que são ofertadas pelo homem, que permite que esses organismos se desenvolvam num ambiente em desarmonia, criado por ele próprio. Onde existem pessoas, produz-se lixo; lixo atrai pragas; pragas atraem contaminação e doenças; o uso inadequado de inseticidas provoca intoxicações nas pessoas, além de populações de insetos resistentes.
Muitos desses organismos não são pragas em seu habitat natural, mas podem vir a ser quando estão fora de seu habitat e com condições propícias para o seu desenvolvimento, quando, por algum motivo, sua população aumenta de forma descontrolada. A superpopulação de pombos nas áreas urbanas é um exemplo, e é ocasionada, dentre outros fatores, pela oferta voluntária de alimento inadequado e incondizente que compromete o bem-estar e a sobrevida dessas aves, além de propiciar a transmissão de doenças às pessoas.
Muito pior: as tornam escravas da generosidade humana. O controle das pragas urbanas em meio urbano está se tornando cada vez mais difícil. A falta de planejamento na infraestrutura das cidades, o crescimento desordenado, falhas no sistema de esgotamento sanitário, na coleta de lixo a ser armazenado ou destruído e o aumento populacional: todos esses fatores têm contribuído para o desequilíbrio ecológico e um aumento desordenado das pragas.
Não há como exterminar essas pragas, mas é possível controlá-las. Como medidas gerais para o seu controle, devemos reconsiderar nossos hábitos, comportamento, a disponibilidade de água, abrigo, acesso e alimentos à espécie em questão, bem como os fatores predisponentes para a infestação no local, aplicando-se medidas de modificação do ambiente, como a limpeza e a higiene, principalmente do ambiente doméstico: nossa casa e o nosso quintal! Somente dessa forma poderemos contribuir para um ambiente sem pragas ou, no mínimo, controlando áreas de possíveis infestações.

Fonte: www.revistatotalsaude.com.br

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